Êxtase em silêncio

Deveria ter um baú do passado
onde pudéssemos olhar cada momento de escolha,
tristeza ou felicidade, para espantados
sentirmos orgulho do trivial e
observar o desenrolar da consciência.

Olho tua pupila,
que espanto!
Tantos sonhos, temores
e arrepios semelhantes aos meus.

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